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Gerar notificação extrajudicial
Cobre formalmente verbas trabalhistas em aberto com uma notificação extrajudicial que registra o pedido, o prazo e os fatos — o passo que antecede, e muitas vezes evita, a ação judicial.
- Cobrança de verbas
- Prazo para pagamento
- Registro formal
- Antes do processo
Notificação Extrajudicial (cobrança de verbas)
Minuta gerada
Preencha os campos e clique em “Gerar minuta”. O texto aparece aqui, pronto para revisão.
Como funciona
A notificação extrajudicial é uma comunicação formal em que o trabalhador cobra da empresa verbas em aberto — saldo de salário, férias, multa do FGTS — fixando um prazo para pagamento. Ela documenta a tentativa de solução e constitui o devedor em mora.
A minuta organiza os dados das partes, o vínculo, as verbas cobradas com valores, o prazo e um relato dos fatos. Uma notificação clara e específica é mais eficaz: deixa registrado o que se cobra e a partir de quando, o que pesa em eventual ação futura.
A ferramenta redige a peça; a estratégia — o que cobrar, por quanto, com que prazo, e se convém notificar antes de acionar a Justiça — depende do caso. A notificação é começo de conversa, não garantia de pagamento.
Fundamentos legais
- CLT, art. 477 (verbas e prazo de quitação)
- Código Civil, art. 397 (constituição em mora)
O documento gerado é uma minuta para revisão humana, não um contrato pronto para assinatura. As cláusulas adequadas dependem do caso concreto; revise com um advogado antes de assinar. O texto é produzido por IA sobre modelos validados pelo escritório e pode conter imprecisões.
Perguntas frequentes
- Notificação extrajudicial obriga a empresa a pagar?
- Não obriga por si só, mas constitui a empresa em mora, documenta a cobrança e frequentemente resolve sem processo. Se ignorada, fortalece uma eventual ação trabalhista.
- Preciso de advogado para notificar?
- A notificação pode ser enviada pelo próprio trabalhador, mas a definição do que cobrar e dos valores corretos é o ponto sensível — e é onde a análise jurídica faz diferença.
- Qual prazo dar para pagamento?
- Costuma-se fixar de 5 a 15 dias. O prazo deve ser razoável e constar por escrito; a minuta permite escolher entre opções usuais.
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